Cascas de castanha viram placas solares no Ceará

Castanha-Viktor-Braga-UFC

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará aproveitaram resíduos da indústria para criar um produto de menor custo e mais eficiente. ‘A região possui sol em abundância por quase todo ano e deveria aproveitar e investir na produção de energia através desse recurso natural’, foi o que pensaram os pesquisadores. Um estudo em desenvolvimento usou o líquido da casca da castanha-de-caju (LCC) na fabricação das superfícies que coletam a radiação solar e alcançou resultados promissores, com eficiência até superior às técnicas já utilizadas no mercado.

Resíduo industrial, o LCC é um óleo negro e viscoso, obtido por meio do beneficiamento da castanha-de-caju, que pode ser classificado como técnico ou natural. Pelo fato de ser um subproduto gerado em grandes volumes, de origem regional e, muitas vezes, descartado, o custo desse líquido no mercado é baixo. Justamente por essa característica mercadológica que o estudo de doutorado de Diego Caitano Pinho, iniciado em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Materiais, foi motivado. Produzir uma alternativa barata, sustentável e limpa para a geração de energia.


Fonte – Ciclo Vivo

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