Radar ambiental

Estágio em saneamento: BRK Ambiental abre inscrições

A BRK Ambiental acaba de lançar o Programa de Estágio 2022, com inscrições abertas até o dia 8 de abril. São oferecidas 100 vagas direcionadas a estudantes que estão cursando ou concluindo a graduação entre junho de 2023 e junho de 2024 para atuar em operações de saneamento em todo o Brasil.

 O objetivo é contribuir com a transformação do saneamento no país e tornar também a empresa mais diversa e inclusiva. Todas as fases da seleção são focadas na escolha de pessoas com tradições e vivências distintas, para que sejam agregados diversos pontos de vista em um mesmo ambiente.

As fases de avaliação e dinâmica serão feitas online. Para mais informações e inscrições, acesse aqui.

Educação ambiental e recuperação de nascentes

O Projeto Gente Cuidando das Águas, criado em 2018, já recuperou 86 nascentes e construiu mais de 58.055 metros de cercas de proteção das nascentes do Rio Santa Catarina, que é o principal curso d’água da cidade de Vazante (MG). Em 2021, foram desenvolvidas mais de 130 atividades temáticas relacionadas ao solo, hidrografia, fauna, flora, usos dos solos e patrimônio cultural, com mais de 19 proprietários rurais, 124 alunos e 14 professores. A área protegida ultrapassou a marca dos 213 hectares.

A iniciativa, que é desenvolvida pela empresa Nexa, realiza ações nas frentes de educação ambiental, mobilização socioambiental e recuperação de nascentes, e conta com a parceria do BNDES, a Secretaria de Educação de Vazante, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), Transforma.Aí, Refloreste e a ADVAZ (Agência para o desenvolvimento local, integrado, e sustentável de Vazante).

Dica de livro: “Economia Circular: debate global, aprendizado brasileiro”

Lançado em São Paulo, em 17 de fevereiro, na livraria Martins Fontes, o livro “Economia Circular: Debate Global, Aprendizado Brasileiro”, publicado pela Bambual Editora, defende que a adoção deste conceito, além de oferecer uma nova oportunidade de fomento econômico, remodela processos e produtos, evitando problemas que afetam a sociedade. O modelo também traça o caminho para um futuro mais sustentável.

Organizada por Beatriz Luz, fundadora da Exchange 4 Change Brasil e diretora do Hub de Economia Circular Brasil, a obra reúne artigos de 32 especialistas e explora 11 casos de negócios circulares desenvolvidos por empresas brasileiras. 

Mais informações aqui.

Manguezais da Amazônia

Iniciado em janeiro de 2021, com duração de dois anos, o Projeto Mangues da Amazônia, na zona costeira do Pará, superou as dificuldades da pandemia de covid-19 para acesso às comunidades tradicionais que habitam esse ecossistema costeiro, visando ao começo das ações educativas, sociais, culturais e ambientais de modo a cultivar um maior entendimento para a valorização da natureza bem conservada. A iniciativa é realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com patrocínio da Petrobras e apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA).

As principais ações desenvolvidas no primeiro ano de atividades foram conhecer o território por meio de mapeamento e diagnósticos socioambientais, avançar nas pesquisas científicas, iniciar o processo de reflorestamento e sensibilizar as populações locais para a importância da conservação. O propósito é reflorestar 12 hectares de áreas degradadas nesse ecossistema em reservas extrativistas dos municípios paraenses de Bragança, Tracuateua e Augusto Corrêa, mobilizando direta e indiretamente cerca de 7,6 mil pessoas.

Moda e consumo consciente

Por meio da Uhnika, e-commerce de moda sustentável, a estilista Marina Ferraz vem trabalhando a missão de pesquisar e experimentar, dentro do processo produtivo, melhores condições de fabricação com menor impacto ambiental possível. É o que se pode ver na coleção “Jardim que se Aprecie”, que veio como um ponto de encontro entre o tradicional básico e as produções para o dia a dia, aliando como essencial a praticidade, o conforto e a sustentabilidade.

Todas as roupas têm sua produção de resíduo têxtil 100% destinada à reciclagem. Além disso, 100% do plástico utilizado em sua produção também é reciclado por meio da logística reversa.

Mais informações aqui.

Energia solar atinge 1 milhão de consumidores no Brasil

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades consumidoras com geração própria de energia a partir da fonte solar. Em número de unidades consumidoras que utilizam a geração própria de energia solar, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 76,6% do total. Em seguida, aparecem consumidores dos setores de comércio e serviços (13,4%), produtores rurais (7,6%), indústrias (2,1%), poder público (0,3%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%).

A geração própria de energia solar já está presente em 5.446 municípios e em todos os estados brasileiros. Entre os cinco municípios líderes estão Cuiabá (MT), Brasília (DF), Uberlândia (MG), Teresina (PI) e Fortaleza (CE), respectivamente. Em 2022, a perspectiva do setor é de avanço, impulsionado pelos preços crescentes de energia elétrica e pelos diversos benefícios que ela traz aos consumidores.

Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável

Para destacar a urgência na proteção do maior bioma do planeta, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu que do ano de 2021 até 2030 será a Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável. O projeto tem foco no ODS 14 (Proteger a vida marinha) e em outros objetivos que estejam correlacionados.

A iniciativa é resultado de uma discussão que começou em 2016, quando as Nações Unidas chegaram à conclusão de que era urgente gerenciar com sustentabilidade as atividades oceânicas.

Segundo a ONU, a principal motivação é unir esforços de todos os setores relacionados ao mar para reverter o ciclo de declínio na saúde do oceano e criar melhores condições para concretizarmos o desenvolvimento sustentável. Para isso, estratégias de adaptação e decisões políticas baseadas na ciência são fundamentais. A Década é um processo inclusivo, participativo e global, que respeita as realidades locais para a construção de um futuro sustentável. No Brasil, o planejamento das ações é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), representante científico da Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI), da Unesco.

Ocean Art 2021

Foram divulgados os vencedores da última edição do Concurso Fotografia Subaquática Ocean Art, que apresenta a extraordinária vida encontrada nos mares e oceanos do planeta. O prêmio existe há dez anos e é promovido pelo Guia de Fotografia Subaquática. Esta edição contou com uma premiação total no valor de 35 mil dólares.

O Ocean Art 2021 contou com a participação de fotógrafos de 81 países, divididos em 14 categorias, entre elas macro, grande angular, comportamento, retrato, conservação, arte e preto e branco. O grande vencedor foi o fotógrafo Luc Rooman, que pegou o exato momento em que peixes de água doce lutavam ferozmente. O flagrante aconteceu em Domein Muisbroek, perto de Antuérpia, na Bélgica.  

Veja as imagens vencedoras aqui.

Fonte: Conexão Planeta

Arte e sustentabilidade

A Ópera “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, apresentada por alunos e professores do Festival Internacional FEMUSC, está sendo produzida com recicláveis e reaproveitamento da sobra de material doado pelas indústrias e comércios de Jaraguá do Sul (SC), somando mais de 500 quilos coletados. Os produtos são sobras da fabricação de chapéus e roupas, além de um tecido sintético de alta tecnologia oferecido por uma empresa fabricante de paraglider (equipamento de voo livre), que compõe todo o cenário da apresentação musical.

A ideia completa de sustentabilidade é do figurinista e cenógrafo do FEMUSC, Márcio Paloschi. Para compor os figurinos ele usa diversos tipos de materiais, como garrafas pet e PVC usados, e também aplica o chamado “upcycling” nas vestimentas dos artistas da ópera. A prática é conhecida pela criação de novos produtos sem desintegrar peças antigas. No caso de “As Bodas de Fígaro”, saias femininas de espetáculos anteriores se tornaram capas de vestidos das novas personagens.

Economia Circular: case brasileiro é destaque internacional

O rerrefino do óleo lubrificante usado e contaminado, o OLUC, é um grande exemplo prático da aplicação da economia circular na indústria. O óleo mineral presente na composição do lubrificante não se degrada durante o uso nas máquinas e motores, por isso é possível, por meio do processo de rerrefino, separar o óleo mineral contido no óleo lubrificante usado dos demais componentes, como água, aditivos degradados e outros tipos de óleo e combustíveis, recuperando-o incontáveis vezes. 

A logística reversa do OLUC, operada no Brasil pela Lwart Soluções Ambientais, compreende a cadeia de coleta e rerrefino do resíduo para produção de óleos básicos. O projeto foi destacado como um case de sucesso de economia circular no pavilhão Brasil-Glasgow na COP 26, realizado em outubro de 2021. Com um total de aproximadamente 468 milhões de litros de OLUC coletados e destinados corretamente em 2020, o Brasil é uma referência para o setor.

Redução na emissão de CO2 na atmosfera

A VLI – companhia de soluções logísticas, que integra ferrovias, portos e terminais – registrou, ao longo de 2021, a economia de 1,2 milhão de litros de diesel nas operações ferroviárias por meio da utilização do Fuelytics, ferramenta que viabiliza a redução no consumo a partir da priorização de ações operacionais indicadas por modelagem matemática.

Ao dispensar a queima deste volume de combustível, foi possível promover uma redução na emissão de gases na atmosfera equivalente a 3,57 mil toneladas de CO2. A ferramenta contribui diretamente para um importante escopo da agenda ESG da companhia, que é a redução de 15% na emissão de gases de efeito estufa por tonelada transportada até 2030.

Rio Innovation Week acontece até domingo (16) no Jockey Club Brasileiro

A Rio Innovation Week, que reúne grandes nomes do mercado de inovação com empreendedores, investidores, executivos, jovens profissionais do futuro e representantes do governo, começou nesta quinta-feira, 13 de janeiro, e vai até domingo (16), até às 22h. O encontro acontece no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro/RJ.

A realização visa transformar a Cidade Maravilhosa em referência em inovação e empreendedorismo tecnológico, conectando setores e investidores, impulsionando negócios e gerando novas oportunidades.

O encontro terá mais de 500 palestras nos seus quatro dias de duração, com destaques para as participações do cofundador da Apple, Steve Wozniak, o presidente da Virgin, Richard Branson, e o prefeito de Miami, Francis Suarez. Além disso, Rio Innovation Week conta com mais de mil startups e 190 expositores. 

Para mais informações,acesse aqui.

Publicado decreto que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Foi publicado nesta quarta-feira, 12 de janeiro, no Diário Oficial da União, o texto que regulamenta a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A PNRS integra a Política Nacional do Meio Ambiente e articula-se com as diretrizes nacionais para o saneamento básico e com a política federal de saneamento básico, nos termos do disposto na Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007. Acesse aqui o documento.

Economia circular: reciclagem de fraldas

“Minha Primeira Reciclagem”. Este é o programa lançado pela  Kimberly-Clark que irá coletar as fraldas utilizadas por crianças que estudam em escolas da Região Metropolitana de São Paulo e reciclar os resíduos para criar uma economia circular. Para a realização da iniciativa, foi fechada uma parceria com a Boomera, startup especializada em logística reversa.

A empresa vai usar a tradicional marca Huggies para levar conhecimento e estimular a conscientização de pais e da comunidade sobre a importância de preservação do meio ambiente.

O Brasil é o terceiro maior mercado do mundo neste item, com 250 fraldas descartáveis vendidas por segundo. A maior parte vai para aterros onde leva 500 anos para se decompor. Dados da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) indicam que mais de 8 bilhões de fraldas foram comercializadas no país em 2014. Um produto essencial e prático, mas um grande inimigo do meio ambiente quando descartado de forma incorreta.

Fonte – Pensamento Verde

Energia solar

Em uma parceria com a ONG Litro de Luz, a montadora de carros Volkswagen está utilizando tecnologia sustentável para levar luz à região do pós-balsa, próximo à represa Billings, em São Bernardo do Campo, cidade localizada no ABC Paulista. Foram instalados 45 postes de luz em um trabalho que contou com a colaboração da Prefeitura para identificar as regiões mais necessitadas em razão de serem locais com pouca iluminação urbana e sem acesso regular à energia elétrica.

A ação visa melhorar a qualidade de vida da comunidade local. Além dos postes, foram produzidos lampiões sustentáveis que serão doados aos pescadores que trabalham na região e começam na lida ainda de madrugada. O projeto visa contribuir para o desenvolvimento da economia e contou com a participação de uma comissão de moradores desde as primeiras conversas para o mapeamento dos locais de maior circulação de pessoas e que necessitavam de iluminação.

Assista ao vídeo de divulgação da ação 

Fonte – Ciclo Vivo

Carbono zero

O McDonald ‘s abriu sua primeira loja carbono zero – a única da rede fast food no mundo. A unidade fica em Market Drayton, no Reino Unido. A loja possui energia gerada por turbinas eólicas e painéis solares e utiliza materiais reciclados na pista do drive-thru e na decoração e sinalização interna do local. A empresa informa que, da construção às operações diárias, o projeto foi planejado para ter zero emissões de carbono. A ideia é que a iniciativa sirva de modelo para os novos prédios no país a partir de 2022.

Fonte – Um Só Planeta

São Paulo ganha árvores solares

Instaladas pela Enel Distribuição São Paulo, concessionária de energia elétrica que atua na capital e em 24 municípios da Grande São Paulo, as oito árvores serão distribuídas entre a capital e a região metropolitana. A ação faz parte de um projeto de sustentabilidade da empresa voltado ao uso inteligente e consciente de energia elétrica. Elas são produzidas semelhantes a uma árvore natural e captam a energia solar por meio de fios fotovoltaicos em suas folhas e a transformam em energia elétrica, servindo para o carregamento de dispositivos eletrônicos via cabo USB com tablets e celulares.

Quatro exemplares já foram instalados nos seguintes locais: na Santa Casa de São Paulo, no bairro de Higienópolis, no Parque do Povo de Itapecerica da Serra e duas no município de Rio Grande da Serra, uma delas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e outra na Prefeitura do município. Os demais locais que terão as árvores solares instaladas são a Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André, e o Hospital das Clínicas de São Paulo, com duas unidades cada.

Fonte – Ciclo Vivo

Dica de Livro: “Amazônia: Alternativas à Devastação”

A publicação organizada por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) destaca novos circuitos produtivos na Amazônia está disponível para download gratuito e traz uma série de discussões sobre como combater o desmatamento e conciliar atividade econômica com a conservação da biodiversidade e das comunidades que vivem na Amazônia. 

Em seus oito capítulos são colocadas reflexões críticas sobre essa problemática. É possível, ao longo do livro, aprender sobre diversos temas que permeiam o quadro de exploração predatória da região amazônica, como a violação de direitos dos povos amazônicos e os caminhos já trilhados por comunidades que conseguiram valorizar o conhecimento local e a conservação ambiental em novos circuitos produtivos. 

Organização de Wagner Costa Ribeiro e Pedro Roberto Jacobi

Autores: Claudio Aparecido de Almeida, Diego Ken Osoegawa, Fabiano Morelli, Gean Magalhães da Costa, Ivani Ferreira de Faria, Ima Célia Guimarães Vieira, Josué da Costa Silva Lubia Vinhas, Luiz Eduardo Pinheiro Maurano, Luiza Muccillo de Barcellos, Maria Madalena de Aguiar Cavalcante, Neli Aparecida Mello-Théry, Pedro Roberto Jacobi, Roberto Araújo, Wagner Costa Ribeiro.

Páginas: 147

Baixe o livro aqui
Fonte: Ciclo Vivo

Exposição “Futuros – Tempos Amazônicos” no Museu do Amanhã

Tendo o tempo como fio condutor de sua narrativa, a exposição temporária Futuros – Tempos Amazônicos chega ao Museu do Amanhã, no Rio Janeiro, no dia 17 de dezembro, data em que o espaço comemora o aniversário de seis anos. Ao longo de sete áreas, a mostra apresenta a grandeza, a biodiversidade e o conhecimento presentes no maior bioma tropical do mundo, propõe novas descobertas sobre a relação entre a floresta e o clima e evidencia o caráter urgente de sua conservação.

Presente em oito países e um território, ocupando quase metade do Brasil, a Amazônia abriga atualmente mais de 30 milhões de pessoas, milhares de espécies de plantas e é uma das regiões mais biodiversas do globo. Para refletir essa magnitude, “Futuros – Tempos Amazônicos” será a exposição com o maior número de objetos da história do Museu do Amanhã. Além de ser construída a partir do reaproveitamento de peças de outras mostras que já passaram pelo equipamento cultural, a exposição apresentará também objetos confeccionados a partir do trabalho de artesãos indígenas de diferentes regiões do país.

Cascas de castanha viram placas solares no Ceará

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará aproveitaram resíduos da indústria para criar um produto de menor custo e mais eficiente. ‘A região possui sol em abundância por quase todo ano e deveria aproveitar e investir na produção de energia através desse recurso natural’, foi o que pensaram os pesquisadores. Um estudo em desenvolvimento usou o líquido da casca da castanha-de-caju (LCC) na fabricação das superfícies que coletam a radiação solar e alcançou resultados promissores, com eficiência até superior às técnicas já utilizadas no mercado.

Resíduo industrial, o LCC é um óleo negro e viscoso, obtido por meio do beneficiamento da castanha-de-caju, que pode ser classificado como técnico ou natural. Pelo fato de ser um subproduto gerado em grandes volumes, de origem regional e, muitas vezes, descartado, o custo desse líquido no mercado é baixo. Justamente por essa característica mercadológica que o estudo de doutorado de Diego Caitano Pinho, iniciado em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Materiais, foi motivado. Produzir uma alternativa barata, sustentável e limpa para a geração de energia.


Fonte – Ciclo Vivo

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