Radar ambiental

Energia solar

Em uma parceria com a ONG Litro de Luz, a montadora de carros Volkswagen está utilizando tecnologia sustentável para levar luz à região do pós-balsa, próximo à represa Billings, em São Bernardo do Campo, cidade localizada no ABC Paulista. Foram instalados 45 postes de luz em um trabalho que contou com a colaboração da Prefeitura para identificar as regiões mais necessitadas em razão de serem locais com pouca iluminação urbana e sem acesso regular à energia elétrica.

A ação visa melhorar a qualidade de vida da comunidade local. Além dos postes, foram produzidos lampiões sustentáveis que serão doados aos pescadores que trabalham na região e começam na lida ainda de madrugada. O projeto visa contribuir para o desenvolvimento da economia e contou com a participação de uma comissão de moradores desde as primeiras conversas para o mapeamento dos locais de maior circulação de pessoas e que necessitavam de iluminação.

Assista ao vídeo de divulgação da ação 

Fonte – Ciclo Vivo

Carbono zero

O McDonald ‘s abriu sua primeira loja carbono zero – a única da rede fast food no mundo. A unidade fica em Market Drayton, no Reino Unido. A loja possui energia gerada por turbinas eólicas e painéis solares e utiliza materiais reciclados na pista do drive-thru e na decoração e sinalização interna do local. A empresa informa que, da construção às operações diárias, o projeto foi planejado para ter zero emissões de carbono. A ideia é que a iniciativa sirva de modelo para os novos prédios no país a partir de 2022.

Fonte – Um Só Planeta

São Paulo ganha árvores solares

Instaladas pela Enel Distribuição São Paulo, concessionária de energia elétrica que atua na capital e em 24 municípios da Grande São Paulo, as oito árvores serão distribuídas entre a capital e a região metropolitana. A ação faz parte de um projeto de sustentabilidade da empresa voltado ao uso inteligente e consciente de energia elétrica. Elas são produzidas semelhantes a uma árvore natural e captam a energia solar por meio de fios fotovoltaicos em suas folhas e a transformam em energia elétrica, servindo para o carregamento de dispositivos eletrônicos via cabo USB com tablets e celulares.

Quatro exemplares já foram instalados nos seguintes locais: na Santa Casa de São Paulo, no bairro de Higienópolis, no Parque do Povo de Itapecerica da Serra e duas no município de Rio Grande da Serra, uma delas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e outra na Prefeitura do município. Os demais locais que terão as árvores solares instaladas são a Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André, e o Hospital das Clínicas de São Paulo, com duas unidades cada.

Fonte – Ciclo Vivo

Dica de Livro: “Amazônia: Alternativas à Devastação”

A publicação organizada por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) destaca novos circuitos produtivos na Amazônia está disponível para download gratuito e traz uma série de discussões sobre como combater o desmatamento e conciliar atividade econômica com a conservação da biodiversidade e das comunidades que vivem na Amazônia. 

Em seus oito capítulos são colocadas reflexões críticas sobre essa problemática. É possível, ao longo do livro, aprender sobre diversos temas que permeiam o quadro de exploração predatória da região amazônica, como a violação de direitos dos povos amazônicos e os caminhos já trilhados por comunidades que conseguiram valorizar o conhecimento local e a conservação ambiental em novos circuitos produtivos. 

Organização de Wagner Costa Ribeiro e Pedro Roberto Jacobi

Autores: Claudio Aparecido de Almeida, Diego Ken Osoegawa, Fabiano Morelli, Gean Magalhães da Costa, Ivani Ferreira de Faria, Ima Célia Guimarães Vieira, Josué da Costa Silva Lubia Vinhas, Luiz Eduardo Pinheiro Maurano, Luiza Muccillo de Barcellos, Maria Madalena de Aguiar Cavalcante, Neli Aparecida Mello-Théry, Pedro Roberto Jacobi, Roberto Araújo, Wagner Costa Ribeiro.

Páginas: 147

Baixe o livro aqui
Fonte: Ciclo Vivo

Exposição “Futuros – Tempos Amazônicos” no Museu do Amanhã

Tendo o tempo como fio condutor de sua narrativa, a exposição temporária Futuros – Tempos Amazônicos chega ao Museu do Amanhã, no Rio Janeiro, no dia 17 de dezembro, data em que o espaço comemora o aniversário de seis anos. Ao longo de sete áreas, a mostra apresenta a grandeza, a biodiversidade e o conhecimento presentes no maior bioma tropical do mundo, propõe novas descobertas sobre a relação entre a floresta e o clima e evidencia o caráter urgente de sua conservação.

Presente em oito países e um território, ocupando quase metade do Brasil, a Amazônia abriga atualmente mais de 30 milhões de pessoas, milhares de espécies de plantas e é uma das regiões mais biodiversas do globo. Para refletir essa magnitude, “Futuros – Tempos Amazônicos” será a exposição com o maior número de objetos da história do Museu do Amanhã. Além de ser construída a partir do reaproveitamento de peças de outras mostras que já passaram pelo equipamento cultural, a exposição apresentará também objetos confeccionados a partir do trabalho de artesãos indígenas de diferentes regiões do país.

Cascas de castanha viram placas solares no Ceará

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará aproveitaram resíduos da indústria para criar um produto de menor custo e mais eficiente. ‘A região possui sol em abundância por quase todo ano e deveria aproveitar e investir na produção de energia através desse recurso natural’, foi o que pensaram os pesquisadores. Um estudo em desenvolvimento usou o líquido da casca da castanha-de-caju (LCC) na fabricação das superfícies que coletam a radiação solar e alcançou resultados promissores, com eficiência até superior às técnicas já utilizadas no mercado.

Resíduo industrial, o LCC é um óleo negro e viscoso, obtido por meio do beneficiamento da castanha-de-caju, que pode ser classificado como técnico ou natural. Pelo fato de ser um subproduto gerado em grandes volumes, de origem regional e, muitas vezes, descartado, o custo desse líquido no mercado é baixo. Justamente por essa característica mercadológica que o estudo de doutorado de Diego Caitano Pinho, iniciado em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Materiais, foi motivado. Produzir uma alternativa barata, sustentável e limpa para a geração de energia.


Fonte – Ciclo Vivo

Lei do combustível sustentável para aviação

Foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro o projeto de lei que cria o Programa Nacional Bioquerosene, com o objetivo de estimular a pesquisa para a produção de combustível sustentável para aviação à base de biomassa. O PL de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM) havia sido aprovado em 2017, mas teve sua tramitação concluída na Câmara dos Deputados em setembro deste ano.

De acordo com a nova lei, a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso do bioquerosene devem ser fomentados por meio de incentivos fiscais do Governo Federal e pela destinação de recursos públicos, mas não especifica que tipos de incentivos tributários devem ser adotados. O Brasil já produz bioquerosene a partir da cana-de-açúcar, mas o custo ainda é considerado alto. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o combustível sustentável de aviação pode ser produzido por diversos processos e matérias-primas, como biomassas de origens vegetais, além dos mais variados resíduos.  

Fonte – Um Só Planeta  

Prefeitura de Santos institui cultura oceânica na rede pública de ensino

Santos, no litoral de São Paulo, será a primeira cidade do mundo a instituir a cultura oceânica na rede pública de ensino. A conquista de uma legislação pioneira é fruto de uma parceria entre os poderes legislativo e executivo da cidade com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Campus Baixada Santista, no programa de Políticas Públicas da FAPESP.

Confirmada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a iniciativa começou a se transformar realidade no dia 12 de novembro, a partir da sanção da Lei da Cultura Oceânica.

Desde a criação do projeto, o objetivo foi que, juntas, universidade e poder público pensassem em como integrar efetivamente a ciência com os demais setores da sociedade.

A matéria de cultura oceânica faz parte das metas estabelecidas na Década do Oceano e o Brasil. A inserção no currículo escolar da educação formal representa ensinar aos alunos o papel do oceano em nossas vidas e a influência das nossas ações no oceano.

Fonte: Envolverde   

Banco financia compra de placas solares residenciais

A Caixa Econômica Federal, por meio do programa “Caixa Energia Renovável”, vai lançar no mês que vem um programa de financiamento para aquisição de placas solares residenciais com juros de 1,17% ao mês. O cliente poderá fazer todo o processo de contratação do serviço pelo celular no aplicativo Caixa Tem, com seis meses de carência para começar a pagar e poderá financiar em até 60 meses.

Outra iniciativa do banco voltada para a sustentabilidade é o “Caixa Floresta”, programa que pretende investir R$ 150 milhões para patrocinar a plantação de 10 milhões de árvores em cinco anos. Segundo a Caixa, já foram selecionados 4 projetos com 4 milhões de árvores, cinco mil nascentes com quatro milhões de beneficiadas.

Fonte: Um Só Planeta

Casa à base de plantas e orgânicos

O estúdio de ecodesign holandês “Biobased Creations” contou detalhes de uma casa feita com 100 materiais diferentes de origem vegetal ou natural. No projeto, estão madeira, micélio, algas marinhas, palhas e fibras vegetais, além de terra e resíduos gerados em esgotos. A construção foi apresentada durante a Dutch Design Week, realizada na cidade de Eidnhoven, na Holanda.    

A iniciativa mostra que é possível utilizar alternativas sustentáveis para a construção de uma casa comum e confortável. No teto existe um composto feito por flores, as paredes possuem grama e as portas, revestimentos de uma madeira formada por milho. O banheiro é feito com azulejos de esgoto e algas combinados e um sistema de compostagem emoldurado por uma parede de lodo de esgoto impresso em 3D. Apenas os parafusos de metal e as janelas de vidro não são feitos por biomateriais.

Fonte: Um Só Planeta

Tecido de alga

Pensando em sustentabilidade e emergência climática, a estilista Thamires Pontes desenvolveu uma nova fibra têxtil biodegradável a partir de um polímero: o ágar-ágar, que é extraído de algas vermelhas do tipo Rhodophyta, abundantes no nordeste brasileiro. Esse material tem enorme potencial para substituir as fibras derivadas de petroquímicos não renováveis, que prejudicam o meio ambiente.  O setor é responsável por 10% das emissões de gases do efeito estufa na atmosfera e cerca de 20% de todo esgoto e água que são despejados no meio ambiente. Thamires diz que para fabricação do ágar não é preciso utilizar muita quantidade de recursos naturais. Ele é um material biocompatível, biodegradável, compostável e tem todo seu processo sustentável até o descarte consciente.

Fonte: Envolverde

Banheiro sustentável

Projetado por professores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Ulsan, na Coreia do Sul, um banheiro sustentável produz energia por meio do metano das fezes. Com o nome de “BeeVi”, ele foi criado para ser ecologicamente correto e sustentável. O banheiro usa uma bomba a vácuo para enviar as fezes para um tanque subterrâneo, dessa forma reduz o consumo de água.

No compartimento, os microrganismos decompõem os resíduos e convertem em gás metano e dióxido de carbono. Segundo um dos projetistas do banheiro, as fezes de uma pessoa comum, por um dia, podem gerar combustível para movimentar um carro a mais de 1 Km. A conta é a seguinte: uma pessoa defeca em média meio quilo por dia, que podem ser convertidos em 50 litros de gás metano, que gera 0,5 kWh de eletricidade ou pode ser utilizado para dirigir um carro por cerca de 1,2 Km.

Fonte: Pensamento Verde

Lançamento da Norma ABNT NBR ISO 30500:2021

Nesta quarta-feira, 10 de novembro, será lançada a norma ABNT NBR ISO 30500:2021 – Sistemas de saneamento não ligados à rede de esgoto — Unidades de tratamento integradas pré-fabricadas — Requisitos gerais de segurança e desempenho para projeto e ensaio. O lançamento ocorrerá durante evento da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), às 16h, com transmissão pelo YouTube.

COP26: governadores lançam o “Consórcio Brasil Verde”

No dia 4 de novembro, a iniciativa “Governadores pelo Clima”, uma coalizão que conta com representação de 22 governadores de estados brasileiros, lançou o “Consórcio Brasil Verde”, durante a COP26 (Conferência da ONU para Mudança Climática), que acontece em Glasgow, na Escócia, até esta sexta-feira, 12. 

O anúncio ocorreu no pavilhão F, Meeting Room, no Scottish Events Campus, com a presença de vários governadores e secretários de estado. O secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo, Marcos Penido, representou o Governo do Estado de São Paulo.

O objetivo do grupo é fortalecer a governança socioambiental e climática do país, promover ações de regeneração ambiental, reduzir as emissões de carbono, desenvolver economias verdes em comunidade e conseguir financiamentos internacionais.  

Fonte – Portal Governo de São Paulo

VI Workshop de Águas Subterrâneas dos Comitês PCJ tem debate sobre segurança hídrica e mudanças climáticas, nesta quarta, às 15h

Com o tema “Segurança hídrica e mudanças climáticas”, o quarto e último webinar do VI Workshop de Águas Subterrâneas dos Comitês PCJ” tem o objetivo de abordar e difundir um tema de interesse que vem sendo discutido nos Comitês PCJ sobre o tema central “Recarga de Aquíferos”. Em busca de um ponto balizador no entendimento sobre o que é recarga, como ocorre e o que a controla.

O evento é uma iniciativa das Câmaras Técnicas dos Comitês PCJ de Águas Subterrâneas (CT-AS), Conservação e Proteção de Recursos Naturais (CT-RN) e Uso e Conservação da Água no Meio Rural (CT-RURAL), que propõe reunir especialistas para debater seu significado e ações conjuntas. Para o webinar desta quarta, 27 de outubro, foram convidados dois especialistas: o Prof. Dr. Augusto José Pereira (IAG/USP) e o Prof. John Emilio Garcia Tatton (FAAP).

Serviço:

O quê: VI Workshop de Águas Subterrâneas dos Comitês PCJ –  Webinar 4 – Segurança Hídrica e Mudanças Climáticas 

Quando: 27 de outubro, quarta-feira, das 15h às 17h

Onde: transmissão ao vivo pelo canal da Agência das Bacias PCJ no YouTube: Acesse aqui para assistir

Lentes de contato sustentáveis

CoperVision, uma das empresas líderes mundiais na fabricação de lentes de contato, fechou uma parceria com a Plastic Bank, empresa sem fins lucrativos especializada em criar ecossistemas sustentáveis, para fabricar suas embalagens com os resíduos plásticos que são descartados nas praias. A reutilização e o consumo consciente são as maneiras encontradas para causar um menor impacto ambiental. 

Agora a linha de lentes de descarte diário Clarit 1 Day passa a ser a primeira lente de contato neutra em plástico. A ação funciona da seguinte forma: para cada caixa do produto comercializada nos Estados Unidos, a CooperVison vai financiar a coleta, processamento e reutilização dos resíduos no mesmo volume de plástico utilizado em suas lentes e embalagens.

Nos primeiros três meses dessa parceria nos EUA, a CooperVision e a Plastic Bank impediram que mais de 111.000 quilos de resíduos plásticos entrassem no oceano – o que equivale a mais de 5,5 milhões de garrafas plásticas descartáveis. A iniciativa gera impactos ambientais, sociais e econômicos benéficos para as comunidades de catadores e para o mundo.

Fonte: Pensamento Verde

Arte alerta para crise climática

O artista mexicano Ruben Orozco criou uma intervenção hiper-realista no rio Nervión, na cidade de Bilbao, Espanha. A ideia é fazer um alerta sobre as alterações climáticas e colocar em discussão os efeitos que as ações do homem podem causar, de forma negativa, para a sustentabilidade e para o meio ambiente. A obra, que tem o nome de “Bihar”, é a figura de uma mulher que se afoga dentro do rio submergindo conforme a maré sobe. A ação integra uma campanha da Fundação BBK, braço filantrópico do banco espanhol Kutxabank, visando levantar um debate em torno das terríveis consequências para o mundo das atividades que vêm contribuindo para uma crise climática sem precedentes. O artista falou ao site espanhol Nius: “O objetivo é que as pessoas saibam que suas atitudes podem nos afundar ou nos fazer flutuar”.

Fonte:Um Só Planeta

Bagaço de maracujá

Resíduo normalmente descartado pela indústria do suco, o bagaço do maracujá acaba de entrar para o time dos cosméticos. Isso porque foram descobertos compostos bioativos cujas propriedades das aplicações são essenciais para a indústria do setor. Agora ele se transformou em matéria-prima para a fabricação de um produto antienvelhecimento para a pele, de forma sustentável e com atuação antioxidante testada e aprovada.

Com o apoio do programa PIPE (Pesquisa Inovação em Pequenas Empresas da FAPESP), a empresa Rubian Extratos criou uma miniemulsão que é a base do complexo antioxidante Rejuvenate. Os pesquisadores recombinaram os extratos presentes no bagaço e realizaram testes in vitro para identificar os marcadores de poder antioxidante e de inibição de enzimas que causam degradação do colágeno e da elasticidade da pele.

Fonte: Ciclo Vivo

Corante natural

Durante seu doutorado na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, Fernanda Thaís Vieira Rubio utilizou em sua pesquisa subprodutos do processamento de bebidas e da jabuticaba para a produção de corantes naturais encapsulados. Valendo-se de uma técnica já usada pela indústria, ela usou leveduras descartadas de cervejarias para encapsular e proteger pigmentos extraídos de sobras, cascas e sementes da produção de vinho e despolpamento da jabuticaba.

O produto obteve resultados positivos em testes para iogurte, apresentando acréscimo de proteínas, vitaminas e outros nutrientes. Segundo os pesquisadores, a levedura tem potencial para agregar compostos bioativos para produtos alimentícios, entre eles, derivados de carne e leite

Fonte: Ciclo Vivo

Moda sustentável na Semana de Paris

A famosa marca de roupas francesa Chlóe apresentou, na Semana de Moda de Paris, o que se pode chamar de “eco-chic”. Com os olhos voltados para o conceito de sustentabilidade na fabricação de suas peças, desde a chegada da diretora de criação Gabriela Hearts, a marca levou para o desfile uma coleção de vestidos com coletes em cores brilhantes feitos de crochê à mão, além de colares de conchas amarradas em tiras de tecidos das coleções anteriores. As bolsas foram criadas tricotando mais fios de tecido residual com alças de couro trançadas a mão. As peças produzidas por artesãos ganharam destaque nas lojas com o selo “Chlóe Craft”.

Os preços superelevados das peças da marca de alta costura vão impactar muito pouco no balanço ecológico da moda, uma vez que este segmento não é destinado para a grande massa de consumidores. Mesmo assim, a empresa começa a produzir alguns itens de forma sustentável, como roupas e forros de bolsas que foram trocados de algodão por linho, que emitem menos gases de efeito estufa e utilizam menos água na produção.

Fonte: Um Só Planeta

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